Llamado para la publicación del libro de autor
O CMDF – Centro Municipal de Fotografía do Uruguai é prato cheio tanto para quem gosta de expor quanto para os que curtem exposições de fotografia. Sendo assim, a instituição realiza, desde 2004, editais para artistas que desejam mostrar seu trabalho nas várias salas e galerias disponíveis.
E, como se tudo isso fosse pouco, o CMDF ainda faz mais! No intuito glorioso de ampliar a difusão dos trabalhos de autor, incentivar a produção fotográfica e promover a realização de livros (à “moda antiga” mesmo, com papel, cheirinho e capa dura), foi criado em 2007 o edital para publicação editorial.
São duas chamadas diferentes que ficam abertas entre 18 e 23 de outubro: uma para artistas da América Latina e outra restrita a uruguaios. Os projetos selecionados serão publicados em 2011 e o edital completo pode ser lido aqui para latino-americanos e aqui para residentes no Uruguai.
Aqui, leia resenha sobre o livro Mar del Plata de Ataúlfo Pérez Aznar.
Resultado I Concurso Fotolibro Latinoamerica 2010
A Editoral RM, do México, divulgou o resultado do I CONCURSO FOTOLIBRO LATINOAMERICA 2010.
O vencedor foi o fotógrafo mexicano Carlos Cazalis com um trabalho intitulado Occupy São Paolo. Nele, Cazales retrata os problemas habitacionais de uma das maiores cidades do mundo subdividindo este “estudo” intenso em ocupações, moradores de rua, futuro e outras questões relacionadas ao caos urbano de São Paulo.
Este tipo de premiação super bacana da editora (que aliás, junto com o CMDF Uruguai, é pioneira neste tipo de iniciativa gloriosa!) é aberta á todos os residentes da América Latina e o tema é livre. Os artistas premiados recebem seu trabalho publicado em um livro editado em inglês/espanhol e distribuído mundialmente.
Além do primeiro lugar de Carlos Cazales, outros cinco artistas foram selecionados: Gustavo di Mario (Argentina), Gladys Elisa Alvarado (Peru), Guadalupe Gaona e Ana Armendárez (Chile), Marion Sosa (México), Raúl Cañibano (Cuba).
Centro Abierto 2010 em Lima
Confesso que tenho uma certa “queda” por todo e qualquer tipo de intervenção artística que se propõe a romper as arestas de uma galeria de arte e cair nas graças do povo e ruas das cidades. Sorte a minha e de quem mais gostar, esse tipo de iniciativa tem ganhado cada vez mais fomento pelas bandas latino-americanas.
O Centro Abierto, no Peru, é um projeto que aposta nas ruas do centro histórico de Lima como cenário perfeito para articulação de intervenções artísticas contemporâneas.
Em uma ação conjunta da Alta Tecnología Andina (ATA), Fundación Telefónica e Museo de Arte de Lima (MALI), estão abertas as convocatórias para projetos inéditos, individuais ou coletivos, de desenho, pintura, fotografia, escultura, arte digital e afins.
As inscrições estão abertas para artistas de toda a America Latina e podem ser feitas pelo site até o dia 06 de agosto. Os projetos selecionados serão expostos durante a Gran Semana de Lima (outubro), evento que reúne milhares de pessoas nas ruas para celebrar a diversidade artística e cultural. Mais detalhes sobre como participar aqui.
Molaa
O Molaa foi fundado em 1966, em Long Beach, Califórnia/LA. Ele é o único museu dos Estados Unidos exclusivamente dedicado à produção artística latino-americana contemporânea e vem crescendo tanto a ponto de ter que passar por constantes reformas em sua estrutura física.
O acervo permanente do museu dispõe de mais de 900 trabalhos que incluem esculturas, pinturas, vídeos e fotografias de 350 artistas da América Latina. Além desta imensa coleção, o museu também promove exposições temporárias, visitas guiadas e o Summer Art Camp. Neste programa, crianças de 6 a 12 anos participam de atividades artísticas durante as quais aprendem a se comunicar também em espanhol.
Se não está pelas bandas californianas mas quer conhecer um pouco mais deste museu, entre no site e navegue à vontade, tem informação pra dar e vender.
Laberinto de Miradas no México
A exposição Laberinto de Miradas, do curador espanhol Claudi Carreras, está em cartaz no México, de 15 de julho a 05 de setembro. O projeto se divide em três exposições diferentes que retratam a fotografia documental da América Latina, Espanha e Portugal sob três temas distintos: “Identidades y fronteras”, “Fricciones y conflictos” e “Colectivos fotográficos”. A novidade é que, desta vez, as três mostras se apresentam juntas em um mesmo espaço, o Centro Cultural de Espanha, na Cidade do México.
Durante dois anos foram 24 exposições itnerando por 18 países da Ibero América, num total de 45.497 km percorridos. São Paulo também fez parte desta rota sediando, em 2008, o Encontro de Coletivos Fotográficos Ibero-Americanos e atualmente, ainda em cartaz no CCSP, a mostra E-Co. Os trabalhos apresentados agora se estão juntos no livro “Laberinto de Miradas” que reúne imagens de 76 fotógrafos e 16 coletivos.
Paralelamente à exposição e ao lançamento do livro no México, será realizada uma série de mesas redondas e workshops no Centro de La Imagen.
A Cia de Foto, coletivo fotográfico brasileiro que também faz parte do projeto, participa de uma mesa redonda com os “hermanos” do No Photo (ES), Mondaphoto (MX) e ministra uma oficina de “Fotojornalismo e edição”. A programação completa pode ser conferida no próprio site da instituição.
Abaixo, um vídeo do Claudi Carreras falando um pouco sobre o Laberinto de Miradas. O material foi produzido pela própria Cia de Foto na Guatemala, durante a itnerância de uma das mostras em 2009.
claudi carreras : laberinto de miradas from ciadefoto on Vimeo.
Catalão, está à frente do projeto Laberinto de Miradas, iniciado em 2007 com o objetivo de mapear a imagem produzida pelos países ibero-americanos. O trabalho teve como uma de suas ações a articulação de encontros em São Paulo reunindo os coletivos Cia de Foto, Rolê, No Photo, Blank Paper, Pandora, Kamera Photo, Monda Photo, Organización Nelson Garrido, Supay Fotos e Cooperativa Sub. Pesquisador da Universidade de Barcelona e editor da revista Invisible Photo, foi o diretor do projeto E.CO, produzido pelo governo espanhol e que gerou o 1o Encontro de Coletivos Fotográficos da Europa e América Latina (2010).
Criado em 2003, o coletivo propõe novas leituras fotográficas por diferentes meios. Entre eles, destacam-se a curadoria da Semana Internacional de Fotografia FNAC (2008) e o conselho curatorial do Paraty em Foco (2009) e deste 2º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Também participam de exposições nas quais apresentam ensaios conceituais. Mantém suas obras representadas pela Galeria Vermelho, de São Paulo. Fazem parte do conselho editorial da revista Sueño de la Razón e atuam também no mercado editorial e de publicidade.























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