Abelardo Morell
Busca sua técnica e sua sintaxe em formatos que remontam a 100 anos de tradição, como o negativo de grande formato. Opõe-se ao mainstream e à evolução tecnológica. Nascido em Cuba, imigrou com os pais para os Estados Unidos em 1962. É formado pela Bowdoin College, no Maine, nos Estados Unidos, e tem mestrado em fine arts pela Universidade Yale. Camera Obscura (2000), uma de suas séries mais importantes, é um exemplo de como conduz sua construção e da adequação de espaços simples – seu ambiente doméstico, um quarto de hotel – e cenários para a extrapolação de uma imagética contundente, graficamente elaborada, e de um poderoso conceito. Além de publicar livros e expor em instituições internacionais, é professor na Massachusetts College of Art, em Boston, nos Estados Unidos.
Alec Soth
Em sua obra, percebemos ecos da de Walker Evans, Stephen Shore e Thomas Struth, como aponta o crítico Vince Aletti, da revista The New Yorker. Em entrevista a James Miller, Soth declarou que sentia que estávamos chegando ao fim de uma era “inacreditável” e que ele queria registrar esse momento. Muitos de seus trabalhos e livros surgem de ideias que não são concebidas como longos projetos, e outras derivadas de seus assignments.
Dos portraits às paisagens, a obra desse americano nascido na pequena e fria Minneapolis, no norte dos Estados Unidos, navega entre diferentes linguagens que nunca se acomodam e quase nunca se repetem, fruto de um instigante desejo de migrar. Segundo suas palavras: “Se a fotografia documenta alguma coisa, é o espaço que está entre mim e meu assunto”. É associado da Magnum Photos desde 2006.
Alejandro Castellanos
Curador de mostras como Transmigración, que reuniu fotógrafos como Flor Gardunho, Pablo Ortiz Monasterio e Christina Kalo, no Mois de la Photo, em Paris, em 2008, o mexicano também é historiador e professor de fotografia. Divide essas atividades com a direção do Centro de la Imagen, espaço consagrado à difusão da fotografia das Américas, no México.
Segundo ele, “pensar a identidade latino-americana é como ver um espelho que reflete uma forma, a própria, enquanto esconde outra: a daquele que não é como eu, mas me representa imaginariamente, ou seja, através de meu pensamento e de minha cultura”. Nas diversas exposições de que fez curadoria, nos fóruns de que participou ou em seus textos, declara que vivemos numa constante fusão de opostos, em meio a todas as contradições possíveis – tema que perpassa o 2o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo.
Alejandro Castellote
Iniciou sua atuação como curador nas Jornadas Universitárias de Fotografia, na capital espanhola. Foi responsável pela área de Fotografia do Círculo de Belas Artes de Madri, onde, por 12 anos, organizou workshops, seminários e exposições. Participou de cinco edições do Festival Foco (Fotografia Contemporânea em Madri). Criou a Sala Minerva de Fotografia, na mesma cidade, destinada a jovens fotógrafos. Fundador do festival internacional PhotoEspaña, foi diretor artístico nas três primeiras edições do evento. Atualmente, é curador independente de fotografia e editor de fotografia contemporânea da Lunwerg Editores, que publicou títulos antológicos como Mapas Abiertos Fotografia Latinoamericana 1991-2002. Colabora com diversas publicações internacionais, entre elas a C Photo Magazine.
Alfonso Morales Carrillo
Diretor da importante revista Luna Córnea, publicada pelo Centro de la Imagen, no México, e curador da Coleção de Fotografias da Fundação Televisa, também no México, publicou livros de ensaio, como Los Recursos de la Nostalgia, e de análise da trajetória de fotógrafos mexicanos históricos, como José Bustamante, em El Gran Lente. O primeiro número de Luna Córnea, publicado em 1992, faz uma análise da obra de Manuel Alvarez Bravo e do contato desse fotógrafo com contemporâneos como Edward Weston, Henri Cartier-Bresson e Paul Strand, mostrando os caminhos da aproximação de uma arte fotográfica já sem fronteiras, preocupação maior deste 2o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo.
Andrea Josch Krotki
Com 37 anos, a fotógrafa chilena impressiona pelo vasto currículo, calcado na cultura visual do Chile e de outros países da América Latina. É diretora da Escuela de Artes Visuales y Fotografía de la Universidad Uniacc (de artes, ciências e comunicação) e diretora da Sociedad Chilena de Fotografía, ambas em Santiago. Suas preocupações imagéticas vão ao encontro da formatação do coletivo para o alcance de sua expressão fotográfica e intelectual, bem como da ocupação de mídias eletrônicas e mais contemporâneas. Fundou o grupo La Nave, do qual também foi coordenadora, e criou o site Ojozurdo (http://ojozurdo.cl). Com Luiz Weistein, é responsável pela elaboração da revista Sueño de la Razón, editada em sete países latino-americanos.
Brett Rogers
Australiana, começou como curadora em seu país natal e já acumula 30 anos de experiência trabalhando com fotografia e outras artes visuais. Foi diretora do Australian Gallery Directors Concil entre 1976 e 1979. Em 1980, mudou-se para a Inglaterra onde fez seu mestrado no Courtauld Institute of Art. Associou-se a The Photographer’s Gallery em 2005, o mais importante espaço dedicado à fotografia em Londres, cidade onde também atuou no British Council como diretora e responsável pelas exposições. Recentemente, organizou as mostras Fashion Photography in Britains 1960-1997 e Reality Check, British Photography and New Media 2002-2004.
Carlos Carvalho
Carioca, começou sua trajetória fotográfica em jornais como O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Também fotografou para revistas como Veja e Isto É, além das internacionais Newsweek e Time Magazine. Desde 1986 atua como documentarista, tendo especial atenção a temas como extrativismo e o movimento do trabalhador rural. Atualmente, é editor da revista eletrônica Mesa de Luz (www.mesadeluz.org) e diretor do Estúdio Brasil Imagem, em Porto Alegre, cidade onde mora. Vencedor dos prêmios brasileiros Leica-Agfa (2005) e Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos , é fundador e coordenador do Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre (Festfotopoa).
Cassiano Elek Machado
Jornalista, é diretor editorial da Cosac Naify, editora cujos títulos publicados sobre fotografia se tornaram relevantes para a compreensão da imagem brasileira. Foi redator e repórter da Folha de S.Paulo por nove anos, redator-chefe da revista Trip e integrou a equipe inicial da revista Piauí, da qual foi repórter e editor por dois anos. É graduado em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), em ciências sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e em cultura espanhola pela Universidad Complutense, de Madri. Foi diretor de programação da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) em 2007.
Cecilia Fajardo-Hill
Anglo-venezuelana, é curadora do Museum of Latin American Art, em Long Beach, nos Estados Unidos, desde junho de 2009. Estabelece conexões entre produções bastante diferentes, como a de Marcel Duchamp e a de artistas contemporâneos das Américas. Une, ainda, obras de artistas de gerações diferentes, como do mexicano Gabriel Orozco e do dinamarquês Olafur Eliasson, ambos nascidos nos anos 1960, às do japonês Hiroshi Sugimoto e da libanesa Mona Hatoum, dos anos 1940 e 1950.
A interligação sem fronteiras da arte contemporânea é uma das possibilidades imaginadas pela curadora, que foi responsável pela Cisneros Fontanals Art Foundation, organização sem fins lucrativos para arte na América Latina.
Cia de Foto
Criado em 2003, o coletivo propõe novas leituras fotográficas por diferentes meios. Entre eles, destacam-se a curadoria da Semana Internacional de Fotografia FNAC (2008) e o conselho curatorial do Paraty em Foco (2009) e deste 2º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Também participam de exposições nas quais apresentam ensaios conceituais. Mantém suas obras representadas pela Galeria Vermelho, de São Paulo. Fazem parte do conselho editorial da revista Sueño de la Razón e atuam também no mercado editorial e de publicidade.
Claudi Carreras
Catalão, está à frente do projeto Laberinto de Miradas, iniciado em 2007 com o objetivo de mapear a imagem produzida pelos países ibero-americanos. O trabalho teve como uma de suas ações a articulação de encontros em São Paulo reunindo os coletivos Cia de Foto, Rolê, No Photo, Blank Paper, Pandora, Kamera Photo, Monda Photo, Organización Nelson Garrido, Supay Fotos e Cooperativa Sub. Pesquisador da Universidade de Barcelona e editor da revista Invisible Photo, foi o diretor do projeto E.CO, produzido pelo governo espanhol e que gerou o 1o Encontro de Coletivos Fotográficos da Europa e América Latina (2010).
Criado em 2003, o coletivo propõe novas leituras fotográficas por diferentes meios. Entre eles, destacam-se a curadoria da Semana Internacional de Fotografia FNAC (2008) e o conselho curatorial do Paraty em Foco (2009) e deste 2º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Também participam de exposições nas quais apresentam ensaios conceituais. Mantém suas obras representadas pela Galeria Vermelho, de São Paulo. Fazem parte do conselho editorial da revista Sueño de la Razón e atuam também no mercado editorial e de publicidade.
Claudia Andujar
Nascida na Suíça, Claudia escolheu, desde a década de 1950, o Brasil para viver. Fotógrafa documental, produz uma obra capaz de misturar arte com engajamento político, produzindo fortes efeitos em todas as suas variantes. Publicou imagens em revistas antológicas, como a brasileira Realidade e a americana Life. Dedicou-se ao fotojornalismo entre os anos de 1965 e 1970, e a partir de então envolveu-se com proteção dos direitos dos índios ianomâmis, motivo de importantes livros seus, como Yanomami (Práxis, 1988) e Marcados (Cosac Naify, 2009). Teve fundamental importância na fundação da Comissão pela Criação do Parque Yanomami. Também tem presença significativa na documentação da Amazônia, registrada em livro e exposições, como The Amazon, publicado na Holanda em 1973, em parceria com o fotógrafo George Leary Love (1937-1995), com quem foi casada.
Daniel Sosa
Uruguaio, o fotógrafo e professor Daniel Sosa foi um dos criadores do Centro Municipal de Fotografia de Montevidéu, onde atua como coordenador desde 2002. Importante entidade de difusão da fotografia da América Latina, o centro mantém um acervo de mais de 100 mil fotografias históricas do período entre 1840 e 1990, e mais de 15 mil imagens contemporâneas criadas desde 1990 até os dias de hoje. Um dos editores da revista Sueño de la Razón, coordena permanentemente três salas de exposição onde são expostos trabalhos de fotógrafos contemporâneos uruguaios e de outros países. Também produz um programa semanal na televisão, o F/22, dedicado à reflexão e à promoção da fotografia. O programa é coproduzido pela rede de televisão Ciudad, onde Sosa foi editor de programação entre 1997 e 2002.
Uruguaio, o fotógrafo e professor Daniel Sosa foi um dos criadores do Centro Municipal de Fotografia de Montevidéu, onde atua como coordenador desde 2002. Importante entidade de difusão da fotografia da América Latina, o centro mantém um acervo de mais de 100 mil fotografias históricas do período entre 1840 e 1990, e mais de 15 mil imagens contemporâneas criadas desde 1990 até os dias de hoje. Um dos editores da revista Sueño de la Razón, coordena permanentemente três salas de exposição onde são expostos trabalhos de fotógrafos contemporâneos uruguaios e de outros países. Também produz um programa semanal na televisão, o F/22, dedicado à reflexão e à promoção da fotografia. O programa é coproduzido pela rede de televisão Ciudad, onde Sosa foi editor de programação entre 1997 e 2002.
Diógenes Moura
Escritor, jornalista e roteirista, notabiliza-se pelo pensamento crítico fotográfico e artístico, exposto em textos sobre obras de grandes fotógrafos – fluxo de seu trabalho como curador na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foi premiado em três edições pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e recebeu, em 2009, o prêmio de Melhor Curador de Fotografia do Brasil pelo Sixpix/Fotosite. Autor de livros de ficção e poesia, entre eles Drão de Roma – Dezembro Caiu (Editora Diógenes de Moura, 2006), foi curador de mostras como A Procura de um Olhar, Fotógrafos Franceses e Brasileiros Revelam o Brasil (2009) e Fotografia como Memória, German Lorca. É também curador do festival A Gosto da Fotografia, em Salvador, que integra a Rede de Festivales y Encuentro de la Fotografía Latinoamericana.
Eder Chiodetto
Mestre em comunicação e artes pela Universidade de São Paulo, é fotógrafo e curador independente. Foi editor de fotografia do jornal Folha de S. Paulo, em que também atuou como crítico de fotografia. Curador de mostras referenciais, a exemplo de Bressonianas (2009) e A invenção de um mundo (2009), também atuou como cocurador das exposições Henri Cartier-Bresson Fotógrafo (2009) e Olhar e Fingir: Fotografias da Coleção Auer (2009). É autor do livro O lugar do Escritor (Cosac Naify, 2003) e organizador da coleção Fotoportátil (Cosac Naify). Também atua como curador do Clube de Fotografia do Museu de Arte Moderna (MAM), de São Paulo.
Eduardo Brandão
Fotógrafo e curador, estudou fotografia no Brooks Institute of Photography, em Santa Barbara, na Califórnia. Foi editor de fotografia da Revista da Folha e deu aulas na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado – Faap, em São Paulo. É sócio-proprietário da Galeria Vermelho. Atuou como curador nas mostras Iconógrafos (1991) e Imagética (2003). É cocurador das exposições do 2º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo.
Florencia Malbrán
Graduada em artes pela Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires, estudou no Center for Curatorial Studies, da Bard College, em Nova York, e está completando seu doutorado em artes e humanidades na Universidade Nacional de Rosário, na Argentina – país onde é pesquisadora convidada na divisão de artes do Conselho Nacional de Pesquisa Científica. Atua como curadora em diversas instituições de arte, como os museus Guggenheim, por meio da bolsa Hilla Rebay Internacional Fellow. Também já trabalhou no Solomon R.Guggenheim Museum , em Nova York, no Guggenheim Museum Bilbao e na coleção Peggy Guggenheim, em Veneza. É colaboradora frequente da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Fredi Casco
Paraguaio, é fotógrafo, escritor e coordenador editorial do festival El Ojo Salvaje – Mes de La Fotografía en Paraguay. Faz parte da experiência Sueño de la Razón, criada no 1o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Trata-se de uma edição produzida por sete países latino-americanos. É codiretor da Ediciones de la Ura, editora sem fins lucrativos aberta a todos os campos experimentais e destinada ao cruzamento de múltiplas práticas culturais. Uma de suas obras mais importantes é o trabalho feito com imagens pesquisadas na época da ditadura Stroessner e em sua decadência. Sobre ela, escreveu o pesquisador e crítico Ticio Escobar, atual ministro da Cultura do Paraguai, que não se trata de criticar a precariedade da cena oficial, mas sim de revelar aspectos que ficaram obscuros pelos discursos da história e da política.
Georgia Quintas
Pernambucana, é doutora em antropologia pela Universidad de Salamanca, na Espanha. Obteve seu mestrado pela Universidade Federal de Pernambuco e tem pós-graduação em história da arte pela Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo. É coautora do blog Olhavê (www.olhave.com.br). Curadora do Clube de Colecionadores de Fotografia do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM, em Recife; e autora do livro Man Ray e a Imagem da Mulher (2008), Georgia também faz parte do Conselho Curatorial deste 2º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo.
Giselle Beiguelman
Professora da pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) na área de comunicação e semiótica, seu trabalho artístico é referenciado em importantes antologias que abordam os multimeios digitais. Desenvolve projetos com comunicação móvel desde 2001. Trabalhos como Wop Art foram elogiados pela imprensa internacional, em comentários do diário inglês The Guardian e da revista italiana Neural, uma das maiores referências da media art. Outras obras foram referenciadas por publicações da Library Research Guide for Mass Media, da Universidade Yale. Expôs na 25a Bienal de São Paulo e na 3a Bienal de Sevilha, entre outros grandes eventos.
Guadalupe Ruiz
Fotógrafa colombiana cuja obra pode transitar tanto por um confronto urbano e humano, como nas fotografias da série La Fucking Family, que encena o cotidiano de uma família e sua vizinhança, quanto por paisagens que se acomodam em um forte estilo romântico e extremamente pictórico, próximo ao dos contemporâneos alemães. Em 1995, com 17 anos, mudou-se para a Suíça, onde estudou na École Cantonal d’Art de Lausanne, graduando-se em fotografia. Fez pós-graduação na Universidade de Artes de Zurique, cidade em que vive desde 2002. Recebeu duas vezes o Prêmio Kiefer Hablitzel e atualmente trabalha numa publicação sobre seu trabalho Bogotá D.C., patrocinado pelo Centro de Fotografia de Genebra.
Horacio Fernández
Para o curador e crítico espanhol, se a técnica fotográfica não tivesse se tornado pública, a história da fotografia teria sido bem diferente. Para ele, esse fato é um exemplo raro na história da tecnologia. Tal pensamento, presente no livro Fotografia Pública – Photography in Print 1919-1939, dá ideia da extensão da ação desse instigante pensador contemporâneo.
Autor de outros importantes livros, como Variaciones en España – Arte y Fotografía 1900-1980 e Mexicana, Fotografía Moderna en México, 1923-1940, foi diretor do PhotoEspanha, em Madri, cidade onde atuou como crítico de arte para a revista El Europeo e para o jornal El Mundo. Trabalha atualmente com a história dos livros de fotografia latino-americanos, ideia desenvolvida no 1o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo.
Iatã Cannabrava
Iniciou a carreira de produtor cultural em 1989, presidindo a União dos Fotógrafos do Estado de São Paulo. Foi criador de projetos importantes como o Encontro de Coletivos Fotográficos Latino-Americanos (2008), Foto São Paulo (2001) e Povos de São Paulo – Uma Centena de Olhares sobre a Cidade Antropofágica (2004). Coordenou o I Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo, promovido pelo Itaú Cultural em 2007, e está à frente do Festival Paraty em Foco desde 2006. Como fotógrafo, tem uma obra calcada na transformação das cidades através de sua arquitetura e embate social. Participou de mais de 40 exposições e tem 8 livros publicados.
Joan Fontcuberta
Catalão de Barcelona, é um caso raro na fotografia internacional. Fotógrafo criativo, é também um pensador sem limites, que vem se destacando desde os anos 1970, quando se formou na Universidad Autónoma de Barcelona, onde foi professor na Facultad de Bellas Artes. Daí para a frente, percorreu escolas importantes, como a Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Fundador da revista Photovision, uma das mais marcantes na história contemporânea, é autor de vários livros, como El Beso de Judas (Ed. Gustavo Gili, Barcelona, 1997), no qual propõe que o mundo real foi substituído por um fictício, onde só existem aparências, e discute a chamada realidade da imagem fotográfica. Em Zonas de Penumbra (Actar, Madri, 2000), o fotógrafo discute a crítica fotográfica em meio à produção da arte contemporânea e percorre outras investigações. Pensamentos indo ao encontro de uma inquietação íntima e suas reverberações na imagética internacional.
Joana Mazza
Professora convidada da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, coordena as exposições das edições do Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, o FotoRio, desde 2003. No evento, já foi curadora de mostras como Limiares Urbanos, em 2007, e já atuou como assistente dos curadores Jean-Luc Monterosso e Milton Guran. Foi editora e pesquisadora de imagens da campanha do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que terminou por eleger o Rio de Janeiro como a cidade olímpica em 2016. Artista visual, Joana graduou-se em pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ) e tem pós-graduação pela Universidade Cândido Mendes. Também percorreu cursos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e do Centro de Preservação da Fotografia da Fundação Nacional de Artes (Funarte).
Fotógrafo e antropólogo, é realizador e coordenador geral do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. Em 2006, fez parte do Comitê internacional do Mois de la Photo, em Paris. Cocurador, juntamente com Jean-Luc Monterosso, da participação brasileira no Photoquai (Musée du Quai Branly, 2007) e curador convidado da Maison Européenne de la Photographie – MEP (Paris) para exposição do Mois de la Photo (2010), Guran é também membro da diretoria executiva da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil. Mestre em comunicação social pela Universidade de Brasília – UnB, é pesquisador do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense.
Joerg Bader
Suíço, é diretor do Centre de la Photographie Genéve, um dos principais espaços dedicados à imagem na Europa – onde acontece a trienal 50JPG (50 Jours pour la Photographie à Genève). É professor na Haute École d’Art , na França; de teoria e história da fotografia na Haute École d’Art et de Design (Head), em Genebra; e de história das mídias na Escola de Design Basel, na Suíça. Crítico de arte, escreve para publicações como a revista francesa Art Press e a revista de arte alemã Kunstforum International. Iniciou na fotografia como assistente de estúdio em Zurique, na Suíça, tornando-se fotógrafo independente em Paris. Já fez exposições individuais na Antuérpia, em Zurique, Genebra, Paris e Torino.
Jorge Villacorta Chavez
Embora graduado em genética pela Universidade de York, na Inglaterra, Jorge Villacorta Chavez dedica-se à pesquisa em fotografia e arte contemporânea. Curador e crítico peruano, ele desenvolveu uma forte relação com a investigação das artes visuais de seu país. Professor da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), já ensinou no Instituto Gaudí, do Centro de la Fotografía (Centro de la Imagen), e organizou mostras como Documentos – Tres décadas de Fotografía en Peru – 1960-1990 e Roberto Huarcaya – Muestra Antológica. Entre outros projetos, investiga – em parceria com o pesquisador Andrés Garay Albújar – a história da fotografia arequipenha no período de 1860 a 1960.
Graduado em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), em cinema pelo Instituto Italiano de Cultura de Lima, e em fotografia pelo Centro del Video y la Imagen, de Madri, Huarcaya é diretor do Centro de la Imagen, em Lima, entidade da qual foi fundador. Já participou de eventos como PhotoEspaña (Espanha), Recontres d’Arles (França), Fotoamerica (Chile) e Photofest (Houston), de exposições importantes como as bienais de Havana e de Veneza, e realizou dez exposições individuais. Parte de seu trabalho pode ser vista em www.robertohuarcaya.com.
Embora graduado em genética pela Universidade de York, na Inglaterra, Jorge Villacorta Chavez dedica-se à pesquisa em fotografia e arte contemporânea. Curador e crítico peruano, ele desenvolveu uma forte relação com a investigação das artes visuais de seu país. Professor da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), já ensinou no Instituto Gaudí, do Centro de la Fotografía (Centro de la Imagen), e organizou mostras como Documentos – Tres décadas de Fotografía en Peru – 1960-1990 e Roberto Huarcaya – Muestra Antológica. Entre outros projetos, investiga – em parceria com o pesquisador Andrés Garay Albújar – a história da fotografia arequipenha no período de 1860 a 1960.
Juan Antonio Molina
Estudou história da arte na Universidade de Havana, em Cuba, onde já foi curador da celebrada Bienal de Havana e da Fototeca Nacional de Cuba. Durante quatro anos, deu aulas na Faculdade de Artes Plásticas da Universidade Autónoma del Estado de Morelos, no México, e foi editor da revista de arte e literatura Fisura. Atuou como cocurador da antológica mostra Fotografia Latinoamerica (1991-2002), organizada pelo Instituto de Cultura de Barcelona. Atualmente, mora no México e acredita que “o panorama da fotografia contemporânea latino-americana é um bom exemplo do comportamento de um sistema de dialetos no espaço artístico. É a expansão do campo linguístico; ceticismo e irreverência se dirigindo rumo à história”.
Lesley A. Martin
É diretora de conteúdo da Aperture Foundation, onde também atua como editora do programa de edição de livros dessa importante ONG dedicada à fotografia. Pelas suas mãos foram editados aproximadamente 65 importantes livros, a exemplo de Paul Strand in Mexico, On the Beach, de Richard Misrach, e Reflex – A Vik Muniz Primer, com obras e comentários do artista. Considerada umas das 15 pessoas mais influentes do mercado editorial fotográfico internacional, é professora adjunta na School Of Visual Arts e também ensina no International Center of Photography, ambos em Nova York.
Livia Corona
Fotógrafa graduada pela Art Center College of Design, de Pasadena, na Califórnia, tem como foco principal de seu trabalho as comunidades surgidas nas regiões de fronteira do México. Uma de suas obras mais contundentes chama-se Two Million Homes for Mexico, projeto contemplado pela bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foundation. Já expôs em importantes eventos fotográficos, a exemplo da Photo Spaña, e em locais como o Museu Nacional de Antropologia do México. Tem fotografias publicadas em revistas como a GEO, LIFE e The New York Times Magazine. Em 2009, publicou o livro Of People and Houses, uma abordagem sobre arquitetura e sociedade.
Luis González Palma
Fotógrafo, é autor de, entre outros livros, Il Silenzio dei Maya (Pelliti Associati, Photo & Co, Verona, 1998), uma compilação de retratos teatralizados de nativos maias, trabalho que lhe assegurou reconhecimento internacional. Suas mostras percorreram países como Austrália, Inglaterra, México, Itália, Estados Unidos e França. Em 1996, participou da 23a Bienal de Arte de São Paulo. Nascido na Guatemala, vive na Argentina. Seu trabalho, contudo, percorre suas raízes, como afirmou o crítico e escritor Santiago B. Olmo ao dizer que González Palma modelou seu olhar através daquele de seus personagens, dividindo com eles consciência e sensibilidade baseadas no silêncio e na dor, tidos como lugares de confluência de histórias pessoais com a cultura de exclusão que tem caracterizado a Guatemala.
Luis Weinstein
Chileno de Santiago, é produtor e coordenador do FotoAmerica e organizador do Festival Internacional de Fotografia de Valparaíso. Também é editor da revista Sueño de la Razón, da qual participam sete países, numa dinâmica de trabalho nascida durante o 1o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Em sua vasta atuação inclui-se a participação como fotógrafo em dezenas de mostras; como produtor, foi responsável pela mostra de Henri Cartier-Bresson em Santiago (2004). Atua como professor e diretor de fotografia em filmes de longa metragem.
Marcelo Brodsky
Argentino, tornou-se fotógrafo no exílio em Barcelona nos anos 1980, durante a ditadura militar em seu país. Foi aluno de Manel Esclusa, famoso fotógrafo de retratos catalão, no Centro Internacional de Fotografia. Paralelamente, graduou-se em economia pela Universidade de Barcelona. Sua obra traz uma constante abordagem política, expressa em exposições como Los Condenados de la Tierra, Buena Memória e Nexo. Na obra Imágenes contra la Ignorancia, fez uma intervenção pública contra o nazismo, em Hannover, na Alemanha. Foi curador da famosa mostra Estéticas de la Memoria (Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires) e um dos organizadores do 1o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo, em 2007, e do encontro Bienal de São Paulo-Valência, na Espanha.
Maria Iovino
Foi a responsável por desenvolver o curso de artes visuais da Pontifícia Universidade Javeriana (em Bogotá), onde também foi diretora do Departamento de Artes Visuais. Graduada em história universal pela Universidade de Los Andes e em crítica da arte pela Universidade do Rosario, ambas na capital colombiana, Maria Iovino integrou a equipe de direção do Museu de Arte Moderna de Bogotá. Entre suas pesquisas sobre arte e fotografia se destacam En Este Lugar, dedicada à obra do fotógrafo mexicano Alfredo de Stefano (Jorge Pinto Books, Nova York); e Através de las Sombras (Americas Society de Nova York, 2009), sobre o fotógrafo colombiano Fernell Franco; além de Territorios de Infinitud (Pinacoteca de São Paulo, 2010), sobre a obra do artista brasileiro Daniel Senise. Foi coordenadora, na Colômbia, do projeto Recovering Sources of Modern Latin American Art, do Museum of Fine Arts Houston.
Foi a responsável por desenvolver o curso de artes visuais da Pontifícia Universidade Javeriana (em Bogotá), onde também foi diretora do Departamento de Artes Visuais. Graduada em história universal pela Universidade de Los Andes e em crítica da arte pela Universidade do Rosario, ambas na capital colombiana, Maria Iovino integrou a equipe de direção do Museu de Arte Moderna de Bogotá. Entre suas pesquisas sobre arte e fotografia se destacam En Este Lugar, dedicada à obra do fotógrafo mexicano Alfredo de Stefano (Jorge Pinto Books, Nova York); e Através de las Sombras (Americas Society de Nova York, 2009), sobre o fotógrafo colombiano Fernell Franco; além de Territorios de Infinitud (Pinacoteca de São Paulo, 2010), sobre a obra do artista brasileiro Daniel Senise. Foi coordenadora, na Colômbia, do projeto Recovering Sources of Modern Latin American Art, do Museum of Fine Arts Houston.
Martin Parr
O fotógrafo inglês é “um cronista de nosso tempo”, afirma o curador alemão Thomas Weski. Para ele, as imagens de Parr oferecem a oportunidade de ver o mundo sob uma perspectiva única no turbilhão de registros divulgados pela mídia. Temas como consumo, prazer e comunicação são elementos básicos de sua imagética, por meio da qual ele se posiciona inclusive politicamente. Nascido em Epsom, pequena cidade do condado de Surrey, aprendeu a fotografar na infância, com seu avô. Estudou fotografia na Manchester Polytechnic, hoje parte da Manchester Metropolitan University, uma das quatro maiores universidades da Inglaterra. É um colecionador compulsivo de livros de fotografia, os quais busca pelo mundo inteiro, e autor de importantes livros, como Bored Couples (1993) e Think of England (2000), ambos uma crítica contundente ao way of life.
Mauricio Lissovsky
É historiador, roteirista e professor de roteiros para cinema e teoria visual da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ), onde também desenvolve pesquisa em tecnologia da comunicação e estética. Dedica-se ao estudo das relações entre imagem e história, sobretudo na imagem fotográfica. Entre seus trabalhos mais importantes está Escravos Brasileiros do Século XIX na Fotografia de Christiano Jr. (Editora Ex-Libris Ltda., São Paulo), escrito em parceria com Paulo Azevedo, sobre a maior e mais antiga coleção de fotografias de escravos no Brasil. Seu livro Retratos Modernos (Editora Arquivo Nacional, Rio de Janeiro), sobre o arquivo oitocentista do Arquivo Nacional, constitui uma importante obra para o entendimento da fotografia brasileira.
Milton Guran
Fotógrafo e antropólogo, é realizador e coordenador geral do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. Em 2006, fez parte do Comitê internacional do Mois de la Photo, em Paris. Cocurador, juntamente com Jean-Luc Monterosso, da participação brasileira no Photoquai (Musée du Quai Branly, 2007) e curador convidado da Maison Européenne de la Photographie – MEP (Paris) para exposição do Mois de la Photo (2010), Guran é também membro da diretoria executiva da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil. Mestre em comunicação social pela Universidade de Brasília – UnB, é pesquisador do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense.
Pablo Corral Vega
Fotógrafo colaborador de revistas como National Geographic, Smithsonian, Traveller e The New York Times Sunday, seu portfólio visita países a exemplo do Brasil, da Austrália, do Camboja e da Romênia, entre tantos outros. Corral Vega é o fundador do site Nuestra Mirada (www.nuestramirada.org), rede que concentra centenas de fotojornalistas da América Latina e já expôs em Perpignan, Tóquio, Sevilha, Washington e Quito, entre outras cidades. Em um depoimento, o escritor peruano Mario Vargas Llosa disse que, nas imagens feitas por Corral Veja, identificam-se sempre a esperança, a afirmação pela vida e um desejo de sobreviver mesmo diante das piores adversidades.
Paolo Gasparini
Nascido na pequena cidade de Gorizia, na Itália, Gasparini viajou para Venezuela em 1995, onde então morava seu pai, e começou a trabalhar profissionalmente fotografando arquitetura, tema de vários de seus livros, a exemplo de Megalopolis – Los Angeles, Mexico, San Paolo (Centro di Ricerca e Archivazione della Fotografia, 2000). A convite da Unesco, viajou por vários países para retratar os diversos aspectos da arquitetura latino-americana. Influenciado pelo fotógrafo americano Paul Strand (1890-1976), voltou-se para o neorrealismo e para o registro da sociedade. Viveu em Cuba de 1961 a 1965, onde trabalhou com o escritor Alejo Carpentier, no Consejo Nacional de la Cultura. Uma amostra do que produziu nessa época está em seu livro La Ciudad de las Columnas (Editora Espasa Calpe, 2004). Nas décadas de 1980 e 1990, dedicou-se à pesquisa da construção de imagens sequenciais, discutindo desse modo a linguagem fotográfica.
Ramón Reverté
Criou, em 2004, a editora RM Verlag, responsável pela edição de mais de 150 livros relacionados às artes visuais. Entre os mais destacados em fotografia estão edições como Helmut Newton – Autobiografía, Polaroids, Manuel Alvarez Bravo, escrito por Collette Álvarez Urbajte, e Khalo – Sus Fotos, com fotografias feitas pela pintora mexicana. Dedicando-se ao mercado editorial há décadas, Ramón Reverté também é responsável no México pela editora Reverté, em atuação há mais de 60 anos. Catalão de Barcelona, vive desde 1998 no México, após ter morado nos Estados Unidos, no Chile e na Argentina.
Criou, em 2004, a editora RM Verlag, responsável pela edição de mais de 150 livros relacionados às artes visuais. Entre os mais destacados em fotografia estão edições como Helmut Newton – Autobiografía, Polaroids, Manuel Alvarez Bravo, escrito por Collette Álvarez Urbajte, e Khalo – Sus Fotos, com fotografias feitas pela pintora mexicana. Dedicando-se ao mercado editorial há décadas, Ramón Reverté também é responsável no México pela editora Reverté, em atuação há mais de 60 anos. Catalão de Barcelona, vive desde 1998 no México, após ter morado nos Estados Unidos, no Chile e na Argentina.
Roberto Huarcaya
Graduado em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), em cinema pelo Instituto Italiano de Cultura de Lima, e em fotografia pelo Centro del Video y la Imagen, de Madri, Huarcaya é diretor do Centro de la Imagen, em Lima, entidade da qual foi fundador. Já participou de eventos como PhotoEspaña (Espanha), Recontres d’Arles (França), Fotoamerica (Chile) e Photofest (Houston), de exposições importantes como as bienais de Havana e de Veneza, e realizou dez exposições individuais. Parte de seu trabalho pode ser vista em www.robertohuarcaya.com.
Rodrigo Alonso
Curador especializado em arte contemporânea e novas mídias, Alonso investiga a fusão da arte com a tecnologia aplicada na América Latina, tema de livros seus, como Prácticas Fotográficas Contemporáneas desde América Latina (2008) e Prácticas Curatoriales para las Artes Tecnológicas – Calibrando/Diseñando Contextos (2009). Curador da mostra Tales of Resistance and Change, ocorrida em 2010 em Frankfurt, na Alemanha, Alonso acredita na capacidade da fotografia de criar imagens que ofereçam novas perspectivas para identificação de nosso universo visível.
Ronaldo Entler
Mestre em multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutor em artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), é professor e coordenador de pós-graduação da Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). Atua como professor visitante do Programa de Pós-Graduação em Multimeios da Unicamp. Trabalhou como fotojornalista entre 1987 e 1991, período em que participou de diversas exposições fotográficas. Foi também diretor artístico da área de fotografia da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, de São José dos Campos. Com Rubens Fernandes Junior, fundou o blog Icônica, um dos principais centros de reflexão da fotografia do país.
Diretor da Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado – Faap, em São Paulo, é doutor em comunicação e semiótica e atua como professor. Participa do Conselho Curador da Coleção Pirelli, do Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde já trabalhou como curador de fotografia. Organizou, entre outros, os livros dos fotógrafos Geraldo de Barros, Otto Stupakoff e Thomaz Farkas, todos publicados pela editora Cosac Naify. Recebeu o prêmio de Melhor Curadoria da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) pelo seu trabalho como curador da mostra de fotografias de Geraldo de Barros, (As)simetrias, (2006).
Rubens Fernandes Junior
Diretor da Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado – Faap, em São Paulo, é doutor em comunicação e semiótica e atua como professor. Participa do Conselho Curador da Coleção Pirelli, do Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde já trabalhou como curador de fotografia. Organizou, entre outros, os livros dos fotógrafos Geraldo de Barros, Otto Stupakoff e Thomaz Farkas, todos publicados pela editora Cosac Naify. Recebeu o prêmio de Melhor Curadoria da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) pelo seu trabalho como curador da mostra de fotografias de Geraldo de Barros, (As)simetrias, (2006).




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