Garapa entrevista Reverté
Criou, em 2004, a editora RM Verlag, responsável pela edição de mais de 150 livros relacionados às artes visuais. Entre os mais destacados em fotografia estão edições como Helmut Newton – Autobiografía, Polaroids, Manuel Alvarez Bravo, escrito por Collette Álvarez Urbajte, e Khalo – Sus Fotos, com fotografias feitas pela pintora mexicana. Dedicando-se ao mercado editorial há décadas, Ramón Reverté também é responsável no México pela editora Reverté, em atuação há mais de 60 anos. Catalão de Barcelona, vive desde 1998 no México, após ter morado nos Estados Unidos, no Chile e na Argentina.
O video acima faz parte de uma série de 20 entrevistas que está sendo produzida pelo Coletivo Garapa durante o 2º Fórum Latinoamericano de Fotografia de São Paulo. As câmeras Video DSLR, como a 5D Mark II que utilizamos, gravam no cartão um arquivo de no máximo 4 GB, interrompendo a gravação após aproximadamente 12 minutos.
Nossa proposta, portanto, é aproveitar essa limitação e realizar as entrevistas sem cortes durante o período que a gravação durar.
Veja todas as entrevistas da série no canal do Itaú Cultural no YouTube.
Creó en 2004 la editorial RM Verlag, responsable de la edición de más de 150 libros relacionados con las artes visuales. Entre los más destacados en fotografía están ediciones como Helmut Newton – Autobiografía, Polaroids, Manuel Alvarez Bravo, escrito por Collette Álvarez Urbajte, y Khalo – Sus Fotos, con fotografías hechas por la pintora mexicana. Ramón Reverté se dedica al mercado editorial desde hace décadas y es el responsable en México de la editorial Reverté, en actuación desde hace más de 60 años. Catalán de Barcelona, vive desde 1998 en México, después de haber vivido en los Estados Unidos, en Chile y en Argentina.
Garapa entrevista Weinstein
Chileno de Santiago, é produtor e coordenador do FotoAmerica e organizador do Festival Internacional de Fotografia de Valparaíso. Também é editor da revista Sueño de la Razón, da qual participam sete países, numa dinâmica de trabalho nascida durante o 1o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo. Em sua vasta atuação inclui-se a participação como fotógrafo em dezenas de mostras; como produtor, foi responsável pela mostra de Henri Cartier-Bresson em Santiago (2004). Atua como professor e diretor de fotografia em filmes de longa metragem.
O video acima faz parte de uma série de 20 entrevistas que está sendo produzida pelo Coletivo Garapa durante o 2º Fórum Latinoamericano de Fotografia de São Paulo. As câmeras Video DSLR, como a 5D Mark II que utilizamos, gravam no cartão um arquivo de no máximo 4 GB, interrompendo a gravação após aproximadamente 12 minutos.
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Garapa entrevista Lissovsky
É historiador, roteirista e professor de roteiros para cinema e teoria visual da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ), onde também desenvolve pesquisa em tecnologia da comunicação e estética. Dedica-se ao estudo das relações entre imagem e história, sobretudo na imagem fotográfica. Entre seus trabalhos mais importantes está Escravos Brasileiros do Século XIX na Fotografia de Christiano Jr. (Editora Ex-Libris Ltda., São Paulo), escrito em parceria com Paulo Azevedo, sobre a maior e mais antiga coleção de fotografias de escravos no Brasil. Seu livro Retratos Modernos (Editora Arquivo Nacional, Rio de Janeiro), sobre o arquivo oitocentista do Arquivo Nacional, constitui uma importante obra para o entendimento da fotografia brasileira.
O video acima faz parte de uma série de 20 entrevistas que está sendo produzida pelo Coletivo Garapa durante o 2º Fórum Latinoamericano de Fotografia de São Paulo. As câmeras Video DSLR, como a 5D Mark II que utilizamos, gravam no cartão um arquivo de no máximo 4 GB, interrompendo a gravação após aproximadamente 12 minutos.
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Garapa entrevista Andujar
Nascida na Suíça, Claudia escolheu, desde a década de 1950, o Brasil para viver. Fotógrafa documental, produz uma obra capaz de misturar arte com engajamento político, produzindo fortes efeitos em todas as suas variantes. Publicou imagens em revistas antológicas, como a brasileira Realidade e a americana Life. Dedicou-se ao fotojornalismo entre os anos de 1965 e 1970, e a partir de então envolveu-se com proteção dos direitos dos índios ianomâmis, motivo de importantes livros seus, como Yanomami (Práxis, 1988) e Marcados (Cosac Naify, 2009). Teve fundamental importância na fundação da Comissão pela Criação do Parque Yanomami. Também tem presença significativa na documentação da Amazônia, registrada em livro e exposições, como The Amazon, publicado na Holanda em 1973, em parceria com o fotógrafo George Leary Love (1937-1995), com quem foi casada.
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Divagações sobre o Futuro
Após três anos de preparação e cinco dias de debates, workshops, leituras de portfólio e muitas trocas de experiências e contatos não formalmente destacados na programação, chega ao fim o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo com uma mesa de futurologia, começando pelo nome “Painel de Divagações sobre o futuro”.
E na condução da conversa, Iatã Cannabrava, o apresentador de todas as mesas e debates. Agora definido como mediador, mas em outras ocasiões fotógrafo, curador, agitador cultural… Muitas identidades e definições, assim como as que caracterizam a todos nós, independente da esquizofrenia que nos acompanha, o que determina nossa identidade e, porque não, nos determina é a ocasião. E nesta ocasião, Iatã Cannabrava é o mediador, Maria Iovino, Mauricio Lissovsky e Joan Fontcuberta são os futurólogos.
Com suas bolas de cristal alimentadas com muita história, teoria, literatura, fotografia e experiência, os três começam. Maria Iovino é a primeira, sendo seguida por Mauricio Lissovsky, terminando com Joan Fontcuberta. As previsões são lançadas, se certas ou não, o próximo Fórum dirá, até lá!
Confira também as entrevistas de Joan Fontcuberta, Maria Iovino e Mauricio Lissovsky ao Fórum Virtual.
Es historiador, guionista y profesor de guiones para cine y teoría visual de la Escuela de Comunicación de la Universidad Federal de Río de Janeiro (ECO/UFRJ), donde también desarrolla investigaciones en tecnología de la comunicación y estética. Se dedica al estudio de las relaciones entre imagen e historia, sobre todo en la imagen fotográfica. Entre sus trabajos más importantes se encuentra Escravos Brasileiros do Século XIX na Fotografia de Christiano Jr. (Editorial Ex-Libris Ltda., São Paulo), escrito en colaboración con Paulo Azevedo, sobre la mayor y más antigua colección de fotografías de esclavos en Brasil. Su libro Retratos Modernos (Editorial Arquivo Nacional, Río de Janeiro), sobre el archivo ochocentista del Arquivo Nacional, constituye una importante obra para el entendimiento de la fotografía brasileña.
Fue la responsable de desarrollar el curso de artes visuales de la Pontificia Universidad Javeriana (en Bogotá), donde también fue directora del Departamento de Artes Visuales. Graduada en historia universal por la Universidad de los Andes y en crítica del arte por la Universidad de Rosario, ambas en la capital colombiana, Maria Iovino integró el equipo de dirección del Museo de Arte Moderno de Bogotá. Entre sus investigaciones sobre el arte y la fotografía destacan En Este Lugar, dedicada a la obra del fotógrafo mexicano Alfredo de Stefano (Jorge Pinto Books, Nueva York), y A través de las Sombras (Americas Society de Nueva York, 2009), sobre el fotógrafo colombiano Fernell Franco, además de Territorios de Infinitud (Pinacoteca de São Paulo, 2010), sobre la obra del artista brasileño Daniel Senise. Fue la coordinadora, en Colombia, del proyecto Recovering Sources of Modern Latin American Art, del Museum of Fine Arts Houston.
Catalán de Barcelona, es un caso extraordinario en la fotografía internacional. Fotógrafo creativo, es también un pensador sin límites, que se destaca desde los años 1970, cuando se licenció en la Universidad Autónoma de Barcelona, donde fue profesor en la Facultad de Bellas Artes. Desde entonces, recorrió importantes escuelas, como la Universidad Harvard, en los Estados Unidos. Fundador de la revista Photovision, una de las más marcadas en la historia contemporánea, es el autor de diversos libros, El Beso de Judas (Ed. Gustavo Gili, Barcelona, 1997), en el que plantea que el mundo real fue reemplazado por un ficticio, donde sólo existen apariencias, y discute la llamada realidad de la imagen fotográfica. En Zonas de Penumbra (Actar, Madrid, 2000), el fotógrafo discute la crítica fotográfica en medio a la producción del arte contemporáneo y recorre otras investigaciones. Pensamientos que coinciden con una inquietud íntima y sus reverberaciones en la imagética internacional.
Inició su carrera de productor cultural en 1989, cuando presidió la Unión de los Fotógrafos del Estado de São Paulo. Fue el creador de importantes proyectos como el Encuentro de Colectivos Fotográficos Latinoamericanos (2008), Foto São Paulo (2001) y Povos de São Paulo – Uma Centena de Olhares sobre a Cidade Antropofágica [Pueblos de São Paulo – Un Centenar de Miradas sobre la Ciudad Antropofágica] (2004). Coordinó el I Foro Latinoamericano de Fotografía de São Paulo, promovido por Itaú Cultural en 2007, y está al frente del Festival Paraty en Foco desde 2006. Como fotógrafo, tiene una obra basada en la transformación de las ciudades a través de su arquitectura y embate social. Participó en más de 40 exposiciones y tiene 8 libros publicados.
Catalán, está al frente del proyecto Laberinto de Miradas, iniciado en 2007 con el objetivo de estudiar la imagen producida por los países iberoamericanos. Una de las acciones del trabajo fue la articulación de encuentros en São Paulo, que reunieron los colectivos Cia de Foto, Rolê, No Photo, Blank Paper, Pandora, Kamera Photo, Monda Photo, Organización Nelson Garrido, Supay Fotos y Cooperativa Sub. Investigador de la Universidad de Barcelona y editor de la revista Invisible Photo, fue el director del proyecto E.CO, producido por el gobierno español y que generó el 1er Encuentro de Colectivos Fotográficos de Europa y América Latina (2010).
Creado en 2003, el colectivo propone nuevas lecturas fotográficas por diferentes medios. Entre ellos se destacan la curaduría de la Semana Internacional de Fotografía FNAC (2008) y el consejo curatorial de Paraty en Foco (2009) y de este 2º Foro Latinoamericano de Fotografía de São Paulo. Además, participa en exposiciones en las cuales presenta ensayos conceptuales. Mantiene sus obras representadas por la Galería Vermelho, de São Paulo. Forma parte del consejo editorial de la revista Sueño de la Razón y actúa también en el mercado editorial y de publicidad.
Leitura de Portfólio – Dia 2
Separadas por uma parede de vidro, as oito mesas onde ocorrem as leituras de portfólio estão repletas de fotografias, livros, CDs, notebooks, cartões. Cada contemplado com a leitura traz o que pode para em 30 minutos apresentar seu trabalho junto a editores, curadores e organizadores dos principais eventos de fotografia da atualidade. E neste domingo nublado os leitores são: Claudi Carreras, Daniel Sosa, Diógenes Moura, Fredi Casco, Lesley A. Martin, Pablo Corral Veja, Ramón Reverté e Roberto Huarcaya.
Já os contemplados são doze, mas um se destaca dos demais: Nário Barbosa. Esperando do lado de fora da sala, aos 43 anos, 17 de carreira como fotojornalista, ele está em sua primeira leitura. Sim, primeira, e ao contrário dos outros colegas não traz livros, folders de exposições que participou, protótipos de instalações que correram o mundo ou citações de prêmios. Nas mãos uma caixa preta com 15 fotos com detalhes costurados à maneira como sua mãe e avó faziam quando ainda viviam em Sergipe. Não com a destreza de gerações acostumadas ao rendar, mas como ele mesmo diz “Não sei se está certo ou errado, fui fazendo, mas não tive coragem de mostrar a elas”. A indefinição na qualidade do bordado também transpassa para as fotos. “Há dois anos faço este trabalho pessoal junto à cobertura fotojornalística e após postar algumas imagens no Flickr e receber um comentário instigante, resolvi continuar, mas não tenho um conceito certo, fui fazendo”.
Autodidata, começou na profissão entregando jornais e foi passando de leitor de segunda mão para a de fotógrafo aos poucos. Ele então ajeita a bolsa no ombro direito, segura a caixa com os bordados na mão esquerda e, após agradecer a entrevista e o desejo de boa-sorte que a “entrevistadora” havia falado, desabafa “Agora é a hora” e parte em direção à mesa de Claudi Carreras.
Graduado en psicología por la Pontificia Universidad Católica de Perú (PUCP), en cine por el Instituto Italiano de Cultura de Lima y en fotografía por el Centro del Vídeo y la Imagen, de Madrid, Huarcaya es director del Centro de la Imagen, en Lima, entidad de la que fue el fundador. Ya participó en eventos como PhotoEspaña (España), Recontres d’Arles (Francia), Fotoamérica (Chile) y Photofest (Houston), en importantes exposiciones como las bienales de La Habana y de Venecia, y realizó diez exposiciones individuales. Parte de su trabajo puede verse en www.robertohuarcaya.com.
Creó en 2004 la editorial RM Verlag, responsable de la edición de más de 150 libros relacionados con las artes visuales. Entre los más destacados en fotografía están ediciones como Helmut Newton – Autobiografía, Polaroids, Manuel Alvarez Bravo, escrito por Collette Álvarez Urbajte, y Khalo – Sus Fotos, con fotografías hechas por la pintora mexicana. Ramón Reverté se dedica al mercado editorial desde hace décadas y es el responsable en México de la editorial Reverté, en actuación desde hace más de 60 años. Catalán de Barcelona, vive desde 1998 en México, después de haber vivido en los Estados Unidos, en Chile y en Argentina.
Es directora de contenido de la Aperture Foundation, donde también actúa como editora del programa de edición de libros de esa importante ONG dedicada a la fotografía. Editó cerca de 65 importantes libros como, por ejemplo, Paul Strand in Mexico, On the Beach, de Richard Misrach, y Reflex – A Vik Muniz Primer, con obras y comentarios del artista. Considerada una de las 15 personas más influyentes del mercado editorial fotográfico internacional, es profesora adjunta en la School Of Visual Arts y, además, imparte clases en el International Center of Photography, ambos en Nueva York.
Paraguayo, es fotógrafo, escritor y coordinador editorial del festival El Ojo Salvaje – Mes de La Fotografía en Paraguay. Forma parte de la experiencia Sueño de la Razón, creada en el 1er Foro Latinoamericano de Fotografía de São Paulo. Se trata de una edición producida por siete países latinoamericanos. Es codirector de Ediciones de la Ura, editorial sin fines de lucro abierta a todos los campos experimentales y destinada al cruce de múltiples prácticas culturales. Una de sus obras más importantes es el trabajo realizado con imágenes investigadas en la época de la dictadura Stroessner y en su decadencia. Sobre ella, el investigador y crítico Ticio Escobar, actual ministro de Cultura de Paraguay, escribió que no se trata de criticar la precariedad de la escena oficial, sino de revelar aspectos que quedaron oscurecidos por los discursos de la historia y de la política.
Escritor, periodista y guionista, se hace notable por el pensamiento crítico fotográfico y artístico expuesto en textos sobre obras de grandes fotógrafos –flujo de su trabajo como curador en la Pinacoteca del Estado de São Paulo. Fue premiado en tres ediciones por la Asociación Paulista de Críticos de Arte (APCA) y recibió, en 2009, el premio al Mejor Curador de Fotografía de Brasil por Sixpix/Fotosite. Autor de libros de ficción y poesía, entre los cuales se encuentran Drão de Roma – Dezembro Caiu (Editorial Diógenes de Moura, 2006), fue el curador de muestras como A Procura de um Olhar, Fotógrafos Franceses e Brasileiros Revelam o Brasil (2009) y Fotografia como Memória, German Lorca. Es también el curador del festival A Gosto da Fotografia, en Salvador, que integra la Red de Festivales y Encuentro de la Fotografía Latinoamericana.
Uruguayo, el fotógrafo y profesor Daniel Sosa fue uno de los creadores del Centro Municipal de Fotografía de Montevideo, donde actúa como coordinador desde 2002. Importante entidad de difusión de la fotografía de América Latina, el centro mantiene un fondo de más de 100 mil fotografías históricas del periodo entre 1840 y 1990, y más de 15 mil imágenes contemporáneas creadas desde 1990 hasta los días actuales. Uno de los editores de la revista Sueño de la Razón, coordina permanentemente tres salas de exposición donde se exponen trabajos de fotógrafos contemporáneos uruguayos y de otros países. Además, produce un programa semanal en la televisión, F/22, dedicado a la reflexión y a la promoción de la fotografía. El programa es coproducido por la red televisiva Ciudad, donde Sosa fue editor de programación entre 1997 y 2002.
Catalán, está al frente del proyecto Laberinto de Miradas, iniciado en 2007 con el objetivo de estudiar la imagen producida por los países iberoamericanos. Una de las acciones del trabajo fue la articulación de encuentros en São Paulo, que reunieron los colectivos Cia de Foto, Rolê, No Photo, Blank Paper, Pandora, Kamera Photo, Monda Photo, Organización Nelson Garrido, Supay Fotos y Cooperativa Sub. Investigador de la Universidad de Barcelona y editor de la revista Invisible Photo, fue el director del proyecto E.CO, producido por el gobierno español y que generó el 1er Encuentro de Colectivos Fotográficos de Europa y América Latina (2010).
Creado en 2003, el colectivo propone nuevas lecturas fotográficas por diferentes medios. Entre ellos se destacan la curaduría de la Semana Internacional de Fotografía FNAC (2008) y el consejo curatorial de Paraty en Foco (2009) y de este 2º Foro Latinoamericano de Fotografía de São Paulo. Además, participa en exposiciones en las cuales presenta ensayos conceptuales. Mantiene sus obras representadas por la Galería Vermelho, de São Paulo. Forma parte del consejo editorial de la revista Sueño de la Razón y actúa también en el mercado editorial y de publicidad.
Garapa entrevista Corona
Livia Corona é fotógrafa graduada pela Art Center College of Design, de Pasadena, na Califórnia, tem como foco principal de seu trabalho as comunidades surgidas nas regiões de fronteira do México. Uma de suas obras mais contundentes chama-se Two Million Homes for Mexico, projeto contemplado pela bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foundation. Já expôs em importantes eventos fotográficos, a exemplo da Photo España, e em locais como o Museu Nacional de Antropologia do México. Tem fotografias publicadas em revistas como a GEO, LIFE e The New York Times Magazine. Em 2009, publicou o livro Of People and Houses, uma abordagem sobre arquitetura e sociedade.
O video acima faz parte de uma série de 20 entrevistas que está sendo produzida pelo Coletivo Garapa durante o 2º Fórum Latinoamericano de Fotografia de São Paulo. As câmeras Video DSLR, como a 5D Mark II que utilizamos, gravam no cartão um arquivo de no máximo 4 GB, interrompendo a gravação após aproximadamente 12 minutos.
Nossa proposta, portanto, é aproveitar essa limitação e realizar as entrevistas sem cortes durante o período que a gravação durar.
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Fotógrafa licenciada por la Art Center College of Design, de Pasadena, en California, tiene como principal foco de su trabajo las comunidades surgidas en las regiones fronterizas de México. Una de sus obras más contundentes se llama Two Million Homes for Mexico, proyecto agraciado con la beca de John Simon Guggenheim Memorial Foundation. Ya expuso en importantes eventos fotográficos, como Photo Spaña, y en lugares como el Museo Nacional de Antropología de México. Tiene fotografías publicadas en revistas como GEO, LIFE y The New York Times Magazine. En 2009 publicó el libro Of People and Houses, un enfoque sobre arquitectura y sociedad.
Garapa entrevista Carreras
O catalão Claudi Carreras, está à frente do projeto Laberinto de Miradas, iniciado em 2007 com o objetivo de mapear a imagem produzida pelos países ibero-americanos. O trabalho teve como uma de suas ações a articulação de encontros em São Paulo reunindo os coletivos Cia de Foto, Rolê, No Photo, Blank Paper, Pandora, Kamera Photo, Monda Photo, Organización Nelson Garrido, Supay Fotos e Cooperativa Sub. Pesquisador da Universidade de Barcelona e editor da revista Invisible Photo, foi o diretor do projeto E.CO, produzido pelo governo espanhol e que gerou o 1o Encontro de Coletivos Fotográficos da Europa e América Latina (2010). Organizador do livro Laberinto de Miradas, lançado pela editora RM, de Ramon Reverté.
Sobre as entrevistas:
O video acima faz parte de uma série de 20 entrevistas que está sendo produzida pelo Coletivo Garapa durante o 2º Fórum Latinoamericano de Fotografia de São Paulo. As câmeras Video DSLR, como a 5D Mark II que utilizamos, gravam no cartão um arquivo de no máximo 4 GB, interrompendo a gravação após aproximadamente 12 minutos.
Nossa proposta, portanto, é aproveitar essa limitação e realizar as entrevistas sem cortes durante o período que a gravação durar.
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Catalán, está al frente del proyecto Laberinto de Miradas, iniciado en 2007 con el objetivo de estudiar la imagen producida por los países iberoamericanos. Una de las acciones del trabajo fue la articulación de encuentros en São Paulo, que reunieron los colectivos Cia de Foto, Rolê, No Photo, Blank Paper, Pandora, Kamera Photo, Monda Photo, Organización Nelson Garrido, Supay Fotos y Cooperativa Sub. Investigador de la Universidad de Barcelona y editor de la revista Invisible Photo, fue el director del proyecto E.CO, producido por el gobierno español y que generó el 1er Encuentro de Colectivos Fotográficos de Europa y América Latina (2010).
Creado en 2003, el colectivo propone nuevas lecturas fotográficas por diferentes medios. Entre ellos se destacan la curaduría de la Semana Internacional de Fotografía FNAC (2008) y el consejo curatorial de Paraty en Foco (2009) y de este 2º Foro Latinoamericano de Fotografía de São Paulo. Además, participa en exposiciones en las cuales presenta ensayos conceptuales. Mantiene sus obras representadas por la Galería Vermelho, de São Paulo. Forma parte del consejo editorial de la revista Sueño de la Razón y actúa también en el mercado editorial y de publicidad.
Garapa entrevista Molina
Juan Antonio Molina estudou história da arte na Universidade de Havana, em Cuba, onde já foi curador da celebrada Bienal de Havana e da Fototeca Nacional de Cuba. Durante quatro anos, deu aulas na Faculdade de Artes Plásticas da Universidade Autónoma del Estado de Morelos, no México, e foi editor da revista de arte e literatura Fisura. Atuou como cocurador da antológica mostra Fotografia Latinoamerica (1991-2002), organizada pelo Instituto de Cultura de Barcelona. Atualmente, mora no México e acredita que “o panorama da fotografia contemporânea latino-americana é um bom exemplo do comportamento de um sistema de dialetos no espaço artístico. É a expansão do campo linguístico; ceticismo e irreverência se dirigindo rumo à história”.
Sobre as entrevistas:
O video acima faz parte de uma série de 20 entrevistas que está sendo produzida pelo Coletivo Garapa durante o 2º Fórum Latinoamericano de Fotografia de São Paulo. As câmeras Video DSLR, como a 5D Mark II que utilizamos, gravam no cartão um arquivo de no máximo 4 GB, interrompendo a gravação após aproximadamente 12 minutos.
Nossa proposta, portanto, é aproveitar essa limitação e realizar as entrevistas sem cortes durante o período que a gravação durar.
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Estudió historia del arte en la Universidad de La Habana, en Cuba, donde fue el curador de la celebrada Bienal de La Habana y de la Fototeca Nacional de Cuba. Durante cuatro anos impartió clases en la Universidad Autónoma del Estado de Morelos, en México, y fue editor de la revista de arte y literatura Fisura. Actuó como cocurador de la antológica muestra Fotografía Latinoamericana (1991-2002), organizada por el Instituto de Cultura de Barcelona. Actualmente vive en México y cree que “el panorama de la fotografía contemporánea latinoamericana es un buen ejemplo del comportamiento de un sistema de dialectos en el espacio artístico. Es la expansión del campo lingüístico; escepticismo e irreverencia dirigiéndose hacia la historia”.
Catalán de Barcelona, es un caso extraordinario en la fotografía internacional. Fotógrafo creativo, es también un pensador sin límites, que se destaca desde los años 1970, cuando se licenció en la Universidad Autónoma de Barcelona, donde fue profesor en la Facultad de Bellas Artes. Desde entonces, recorrió importantes escuelas, como la Universidad Harvard, en los Estados Unidos. Fundador de la revista Photovision, una de las más marcadas en la historia contemporánea, es el autor de diversos libros, El Beso de Judas (Ed. Gustavo Gili, Barcelona, 1997), en el que plantea que el mundo real fue reemplazado por un ficticio, donde sólo existen apariencias, y discute la llamada realidad de la imagen fotográfica. En Zonas de Penumbra (Actar, Madrid, 2000), el fotógrafo discute la crítica fotográfica en medio a la producción del arte contemporáneo y recorre otras investigaciones. Pensamientos que coinciden con una inquietud íntima y sus reverberaciones en la imagética internacional.

















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